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Publicado em: 23/01/2007

Titulo: Dia D

Impacientemente eu acordei na Segunda de manhã do dia 15 de janeiro, era por voltas das 08 horas, já olhando para o relógio e imaginando que o melhor tivesse acontecido. Não escutei nada de diferente, nenhum barulho. Levante e abri a janela do quarto que da de frente para a sua casa. Fiquei ali torcendo para apenas existir o corpo dele, ou que estivesse curado ou pelo menos uma melhora com progresso.
Fui até lá e logo eu ouço gemidos de dores. Era uma segunda feira chuvosa, triste por sinal. Não adiantou nada, meus pedidos foram todos cancelados e ele se encontrava aqui, jogado no chão se chance para se mexer.
Minha tia falou que iria sair e que seria para eu aguardar a veterinária. (nesse momento eu já imaginei que ela queria mesmo era não ver os fatos). E de fato ela demorou. Demorou o suficiente para fazer o serviço todo. O que não aconteceu. Era pro voltas das 12:00 e eu com aquela impaciência, queria que tudo se resolvesse logo. Assim foi feito. Minha tia ligou para a Mariana que recebeu a informação que estava agendada para as 14 hrs.
Decidi sair e deixar na memória meu cachorrinho me vendo sair de casa pela ultima vez. Quando eu estava na rua, recebi uma ligação que a Dr. Mariana já estava aqui em casa, e esperaria eu chegar para começar a fazer o serviço.
Nessa hora eu já pensei comigo “Chegou a hora Daniel, não teve jeito mesmo, vou perder meu amigo”.
Vim pra casa com um ar de meio desesperado e já apressei ela a fazer logo o serviço porque essa demora estava me estressando.
:-(
Ela arrumou as vacinas e lá fui eu para fora ajeitar o Rambo para iniciar o serviço. A principio ela deu a idéia de amarrar ele, mas como eu iria amarrar? Teria que andar um pouco com ele. E o estado dele não estava para isso, desconfiei que ele já estava sabendo do que aconteceria, e ele me olhava com uma cara de “por favor, me ajuda”.
Ajudei sim. Como ele estava deitado de lado, apenas subi sobre suas costas e com as pernas segurei o corpo dele e as mãos ficava na cabeça.
A Mariana deu a volta pelos fundos e sem ele ver aplicou a injeção para ele dormir. Nesse hora ele latiu muito e logo que acabou a aplicação ela voltou para dentro de casa, e eu fiquei lá com o Rambo.
Daí pra frente eu vi o quanto ele foi perdendo o sentido rápido e tentando latir / gemer sua cabeça ficou se mexendo de um lado para o outro. Nessa hora eu me senti um verdadeiro Judas. Eu traí meu amigo e ele pagaria com a vida a minha traição. Eu não agüentei, e tentando me segurar, comecei a chorar, dentro de minutos ele caiu com a cabeça no chão já com os olhos fechados, não demorou muito eu notei a minha tia aos plantos quando ele começou a ter uma “convusão” assim disse a Mariana, eu já achei que ele sofreu um enfarto ou parada cardíaca. Seu olhos se abriram muito que ficou mirado para a sua casa, do tipo de quem estivesse falando.
- Daniel, me ajuda, me leva para a minha casa, eu quero ficar lá.
Nesse momento minha mãe ligou e minha tia atendeu o telefone daquele jeito, do que passou todo esse clima aqui de casa para a minha mãe.

Só fazendo uma pausa, minha mão teve um papel fundamental para esse cachorro. Foi ele que foi buscar ele novinho, foi ela que nos primeiros dias, literalmente dividiu a cama com ele, era novinho e acabara de ser tirado de sua mãe e sozinho nas primeiras noite ele latia muito, não de dor, acredito que de saudade. Antes de eu ser o verdadeiro dono, ele respeitava mais a minha mãe do que eu. Foi a minha mãe que acostumou ele com água e banhos e mais banhos. Putz, minha mãe foi uma mãe para ele também.

Mas voltando ao assunto. O telefone foi passado para mim, eu não estava em nenhuma condição de falar nada. De repente a Mariana pegou uma fucinheira com quatro seringas e foi em direção dele. Eu segurei meu cachorro e ele logo aplicou 2 das 4 seringas, do qual ela me falou que ele não estava sentindo mais nenhuma dor. Seu coração já havia parado e sua respiração também. Algumas contrações nos músculos e as outras duas seringas foi aplicada, eu ainda estava tentando me segurar, mas não conseguia mais falar direito. Ela se retirou do local indo para dentro de casa consolar a minha tia. Eu continuei com ele e um carro para de frente de casa. Era os cara que vieram buscar ele.
Nesse momento eu passei a mão na cabeça dele, olhei a orelha para ver como estava aquele câncer e apenas olhando pedi desculpas inconscientemente a ele, por desistir assim tão fácil e tão de repente.
Eu já não sei se realmente foi bom para ele. E se essa perca de força nas patas, foi um mal jeito na coluna, ou algum osso fraturado, lembra? Ele era gordo e estava sujeito a isso.
A Mariana foi embora e me falou que a hora que quisesse seria apenas eu autorizar os cara para levar ele embora.
Eu fiquei ali curtindo um pouco mais dele, notei a Sandra e a Juliana lá assistindo também, e por sinal bastante travadas, logo me aparece a Lurdinha. Que vergonha para mim, um baita marmajão chorando. Mas quem falou que homem não chora? Ainda mais nessas condições e por esses fatos.

Não era mais saudável ficar vendo ele ali esticado perto do portão que ele tanto tomou conta e agora sem vida. Falei para os caras levar ele embora, e assim fizeram o serviço. Realmente eu vou falar, se eu soubesse que todo o serviço seria feito do jeito que foi, eu teria simplesmente feito igual o Marco Antonio fez.
Logo que os caras foi embora a Lurdinha entrou aqui dentro de casa e tentou consolar a minha tia. Eu estava ainda travado e um pouco fora de mim. Eu não tive muito tempo para isso, fui lá e agressivamente conversei com minha tia e consegui fazer ela pelo menos parar de chorar daquele jeito. Dei um copo de água e ele melhorou um pouco. Liguei para a minha mãe para ver o que ele queria e notei que ela estava tão triste quanto a minha tia, corri na casa dela e fiz a mesma coisa.
Ta certo que nessas horas, a gente coloca a mão no ombro da pessoa e falo coisas confortáveis para melhorar do tipo
- “Ah... ele estava sofrendo, foi melhor para ele”,  eu não tinha muito tempo para isso, porque eu também não estava em condições, então eu tinha que agir bem rápido e assim conseguir os devidos resultados.
Voltei pra casa e minha tia estava lavando o quintal. Bom, daí pra frente até as 01:00 eu já não lembro de mais nada. Só resalto esse horário porque eu cheguei em casa e abri o portão e do lado de dentro já não tinha mais ninguém querendo dar um role na rua. Fiquei ali na calçada um pouco lembrando dele e de sábado quando eu deixei ele tentar dar sua ultima volta da vida. Entrei pra casa e dormir.

Já no outro dia tentei já levar a vida normal, e com o computador ligado, a campanhia tocou e eu fiquei esperando ele (Rambo) sair latindo rumo ao portão. (essa foi a primeira vez que realmente eu senti falta).
Das outras vezes que me cai na lembrança é quando chega gente aqui em casa ou então quando o portão está ali aberto com a total liberdade de sair para um role básico dele.
Não tem mais Negão, não tem mais hora do almoço, não tem mais banho, ninguém aqui da rua vai ficar com medo, tudo agora é só lembranças e passado.
Eu queria assistir alguns filmes pequenos que eu tenho dele aqui guardado mas sinceramente eu não tenho coragem.
É foda mesmo... Lamentável.

Momento de Raiva.

Eu, conversando com um tom de tristeza sobre esses fatos com uma pessoa, quando de repente chega uma outra pessoa, daquelas que fazer piadinhas de tudo quanto é assunto. Espiou um pouco a conversa e logo começou a me zombar por tudo isso. Uma frase que guardei no fundo da alma e não desejando o mal, mas ainda vou usar essa frase em algum momento certo ou errado.
“- Você tem que se apegar a coisas que não são materiais”.
PUTAQUEPARIU. POR UM ACASO MEU CACHORRO É UM OBJETO? PASSARINHOS SÃO UM OBJETO? O VERME QUE CORROE A MADAME NO CEMITÉRIO É UM OBJETO? TUDO ISSO TEM VIDA E POR TER VIDA NÃO É MAIS UM OBJETO.!
Pelo o que eu sei, objeto é aquilo que você coloca ali e se ninguém mexer ele vai ficar o tempo todo ali. Em toda a minha vida eu nunca vi um objeto atacar uma pessoa que entra na minha casa ou que tenta me agredir. Nenhum objeto daria a vida por mim. E como diz uma frase da minha prima, “Essa pessoa não foi feliz no comentário que ela fez”.
Eu tinha até uma admiração por ela antes disso, mas que agora eu chego até ter nojo. :-(
Que Deus me perdoe e me livre desse pensamentos e se tiver de julgar que de o merecido castigo ou não para essa pessoa.

Marco, eu também não sou Deus. E como eu te disse domingo, agora eu sei o que você realmente passou aqueles dias sem o Ariano. :-/

Sinto muito pelas as palavras escritas para as pessoas que não tem nada a ver com esse incidente. Agradeço a todos que junto comigo ficaram tristes e pelos comentários e post de todos os tipo que chegou a mim em forma de conforto.
Eu não sabia que meu cachorrinho apesar de tão assim “anti-social” era tão querido.

Rambo, Eu te Amo, e você sempre vai está ali na sua casinha e me cobrando aquele banho prometido do dia anterior, ou então aquela caça preocupada da sua bolinha nas intimadas para brincar, das insistentes voltas na rua quando eu chegava bêbado ou triste em casa que eu deixava vc ir até lá longe, livre e solto, do escândalo que você fazia quando passava um carteiro, ou medidor de água ou luz aqui na rua, ou então quando a D. Maria brincava de bater em mim e você, doido de raiva queria pegar ela. Porque você nunca foi um objeto, não é mesmo?

NEGÃO... VAGABUNDO... VOLTA PRÁ CASA ESTUPIDO.
:~

Easy| 04:07 | Comentários (1) |


Publicado em: 15/01/2007

Titulo: Amigo...

Eu estou aqui tentando achar palavras do vocabulário mais certas para sentir o que sinto agora...
Palavras do qual eu venho tentando não lembrar, mas chegou a hora, e por incrível que pareça, eu não gostaria que fosse agora.
Pelo calendário, essa vai ser a minha tristeza profunda das demais que certamente já está reservado para mim. Uma tristeza forte que eu vou tentando não lembrar, mas a realidade está tão em cima que não vai dar tempo de fazer nada.
Fazer...?? Cara esses dias atrás eu ainda estava comentando aqui sobre o meu cachorrinho, do quando a saúde dele é frágil, e assim como eu também havia pensado em filmar eu brincando com ele para uma futura recordação desse amigo sensacional que eu tenho.
Amigo que, entrou na minha vida para aliviar uma dor das diversas que eu vinha passando na época. Amigo que diversas vezes acabou me mordendo em uma brincadeira saudável. Amigo que colocava respeito na rua perante seus semelhantes. Amigo que foi meu companheiro de calcada e de um cigarro para ver a rua por diversas vezes. Amigo que foi meu passatempo pro diversos domingos. Amigo que ficava me cobrando o tal banho prometido do dia anterior. Amigo que pulava de alegria na hora desse banho. Amigo do qual se fosse para compartilhar seu alimento não teria problemas. Amigo que realmente foi meu amigo.
Parece até uma viagem no tempo, se esse texto fosse falado, ele seria muito maior. Por quantas vezes esse meu cachorro já entrou em crise se falando da sua saúde. E não foram poucas vezes. Lembro-me aqui quando atacou uma doença na cabeça dele que ficou na pele viva, mesmo ruim, ele não aceitava nunca estranho colocar a mão nele, eu digo estranho no ponto desse estranho ser da própria família mesmo. Nessa vez ele acabou mordendo feio o meu irmão, e o médico veterinário não quis mais colocar a mão nele, e eu acabei sendo o herói dele. Foi momentos de muitas dores para ambas as partes.
O problema dele em toda a vida, foi ter adquirido carrapatos dos quais eu quase nunca consegui me livrar dele, e é esse um dos motivos que eu desconfio da doença de hoje. Responda quem souber. Pra que existem esses bichos?
Bernia volta e meia ele estava com isso também, e sempre eu lá, colocando a mão e limpando para ver ele melhor. Ele sempre foi meio “pisão” quando se trata de ajudar ele. Parece até que é independente.!
Teve também, que eu acho que foi a mais cruel fase de sua vida, quando ele pegou um câncer na orelha. Aquilo escoria, tinha um cheio muito mal, e atraia diversos insetos dos quais ainda colaborava em colocar bichos e ovo, por três vezes ele se viu mal com isso, e das três vezes foi uma luta danada, eu, minha tia Maria, a Mariana e ele próprio mesmo. Foi difícil tudo isso, já se falava em até cortar a orelha pois além de comprometer sua audição, os bichos que estavam ali, poderia se infiltrar no celebro dele, o que seria fatal. Eu, realmente não deixei amputar nada dele. Foram épocas de, tratamento todos os dias, banhos todos os dias, remédios todos os dias, lavar o quintal pelo menos duas vezes por dia. Lembro que até deixei de sair com uma mulher que eu gostava muito por causa desses problemas, (não me arrependo também, mas vale um amigo do que uma noite de sexo) foi uma luta enorme. Da orelha, graças a Deus ele se salvou, ela está seca, porém muito caída, mas secou. Os problemas de audição não tem como eu falar o quanto ele escuta, mas ficou um pouco comprometida sim.
Já alguns dias, eu venho notando a dificuldade para ele andar normal, conforme ele andava eu escutava as unhas dele bater no chão. Teve um dia que eu cheguei até a literalmente falar para ele.
“- Levanta essas patas direito quando for andar”.
Ele ficou ali me olhando desconfiado sem muito saber uma resposta para me dar.
Mal sabia eu que... me preocupei tanto com a orelha que acabei esquecendo do resto do corpo.
Esses dias atrás, comprei um sabonete e um xampu cheiroso para ele e num dia ensolarado, nesse ano ainda, dei banho nele. No dia seguinte, pude notar o quanto de pelo estava caindo dele. Nunca vi isso, principalmente das pernas. Alguns dias depois o veterinário deu uma vacina anual nele, e foi embora. No dia seguinte, ele acordou bem, tomou seu leito matinal bem, almoçou bem, já de tarde a parte de trás do seu corpo perdeu as forças, ele não conseguia mais andar. O mesmo veterinário passou uns remédios do qual não adiantou nada e o estado do meu cachorro piorou. No que foi informado que seria uma doença de idade e teria que sacrifica-lo.
Não aceitei na de imediato. Procurei uma segunda opção e cai na Mariana de novo, da qual passou um remédio mais forte para ele tomar. Também não adiantou nada. É uma dificuldade enorme para achar forças para ao menos se arrastar e foi marcado para o dia 15 de janeiro o seu final. Esse fim de semana ele passou sem fazer quase nada de suas necessidade e por diversas vezes ele ficou por um longo período gemendo alto.
Triste final esse para quem lutou tanto na vida contra a vida. Triste final para mim que acompanhei todos esses processos de cura.
Com certeza, a dor vai ser forte para mim, realmente eu não queria que fosse assim, gostaria que ele se deitasse e fosse, pelo menos teria uma morte mais digna.
Meus Deus, eu sei que é pedir muito a cura dele, mas pelo menos minimize esse sofrimento que está marcado para ele, do qual todo mundo que está perto vai sofrer.
Cara, esse negocio mexeu muito comigo, sábado de manhã, eu deixei ele dar uma volta na rua para ele tentar fazer alguma de suas obrigações e não conseguiu nada, nem volta, nem obrigações, apenas se arrastou, e gemeu, e chorou, e eu também. Droga cara, porque ele tem que passar por tudo isso? Que droga cara, eu esqueci do corpo dele. Que droga cara, eu vou ficar sem um amigo para brincar... fazer uma horinha na rua quando eu chegar, alguém para eu brigar de vez em quando, para conversar... para jogar a bolinha de tênis lá no fundo do quintal ou em cima do telhado, para dar banhos aos domingos, para sentar comigo na calcada e ficar olhando o movimento, para me recepcionar com felicidade quando eu chegar da rua... que droga meu irmão... eu não podia ter acostumado com isso. Eu esqueci que ele não era para sempre.

Oh dor... vai embora e deixa-me curtir mais um pouco da vida do meu amigo.
É com muita dor no coração e na consciência que tomei a decisão de interromper a vida dele, mas ele está sofrendo, e não quero vê-lo sofrer mais. Queria mais algum tempo ver ele quando eu acordar e no sinal de bom dia ele ir lá no fundo de casa me dar a pata e ganhar uns carinho na cabeça... isso vai me fazer muita falta... que droga cara...

Eu amo esse cachorro demais, é educado, bonito, e sempre foi meio gordin, porem bravo. Sempre que eu ver um carteiro, ou um medidor de água e luz, ou até mesmo um veterinário todo de branco, vou me lembrar de você meu cachorrinho.
Me desculpa Rambo, você não tem culpa, mas estou sofrendo em te ver sofrer. Com certeza você vai fazer muita falta no meu dia-a-dia.

Meu Deus, interceda por ele em quanto é tempo, mais uma vez, que reserve uma solução digna à quem já tanto sofreu nessa curta vida.
Estou triste... muito triste, e pode ter certeza que se essa hora chegar mesmo, eu não vou me segurar mesmo com toda essa minha preparação que venho fazendo.
 
Obrigado Rambo, você vai deixar muitíssimas saudades.
Obrigado Mariana, você foi uma herói e tanto para ele, e posso dizer para mim também, pois sem os seus conhecimentos, eu teria ficado muito na mão.

Obrigado a todos pelas palavras de conforto relacionado a meu cachorrinho. É a vida né?
E só quero sentar na sarjeta e deixar a vida passar por alguns minutos em branco.

:-(

Easy| 00:36 | Comentários (3) |


Publicado em: 03/01/2007

Titulo: Feliz 2007

Feliz Ano Novo...

Mas tantos e poucos dias para se colocar em prática todos aqueles planos que tanto queremos realizar.
Essas festas que se passaram não foram das melhores, acho que devido ao tempo... e mais ainda ao tempo fez com que todo mundo se guardasse mais cedo.
Me refiro ao tempo da chuva, nublado o dia inteiro com uma chuva que não traz enchentes, mas aquela chuva que fica o dia inteiro apenas para fazer jus ao ditado “Se esta na chuva é para se molhar”.
Me refiro ao tempo do relógio mesmo, eu não sei se acontece com todo mundo, mas as horas estão passando muito rápido.! Principalmente a noite quando estou na lan.
Principalmente a noite quando estou lá meio ocupado com atendimentos ou algum serviço interno ou externo que aparece, ou mesmo quando estou lá “namorando”. Quando olho no relógio já são quase meia noite e lá vai eu para correria para colocar tudo no devido lugar a tempo.
O ano começa, cheio de planos, cheio de idéias, com poucos compromissos, porem muito importantes. Compromissos profissionais. Compromissos pessoais. E mais outros compromissos que está sendo tudo novidade para mim.
Escrevo novidades, porque estou perante uma situação nunca vivida nos meus 32 anos, sempre desejei passar por essa situação, digo-lhe mais, vagamente lembrando, sonho com isso, lá quando eu era muleque, e fui na minha primeira “investida”. O detalhe é que eu não sei muito bem como encarar isso, o que falar. Mas não vou ficar pensando muito, deixando as coisas acontecerem naturalmente, vão acontecer, e estou ciente que o final vai ser muito gratificante, não só para mim, mas para as pessoas envolvidas até indiretamente nessa situação.
Declaro, vai ser legal.
Posso afirme com mais certeza nesses dias de hoje de que o passado vai ficando no passado mesmo, já não sinto tudo aquilo que escrevi por diversos post aqui. Também não estou com ódio de tudo aquilo e o desenrolar que teve aquela historia. Sinto apenas um pouco mais aprendido com aquilo, e que hoje, posso ficar mais confiante em mim mesmo, do que naquelas épocas. Está sendo muito interessante os dias de hoje, estou curtindo muito, estou feliz, contente, alegre, e já até sonho com dias muito mais melhores ainda.
Tomara que essa fase sempre esteja presente por todo o tempo, e vou pedir a Deus para ele sempre me colocar nos trilhos certo do caminho que ele deseja. E tomara que esse caminho seja o que liga Ribeirão a Brtos. :-)

De resto, desejo um ano repleto de alegrias, paz, saúde, muito dinheiro, de muitas viagens, com desafios e muitas conquistas e milhares de sucesso, a todos os leitores, a todos meus amigos, e também aos inimigos. Enfim, que seja um ano abençoado por Deus.

É isso ai.

Feliz 2007 e...

Abraços a todos.

Easy| 10:36 | Comentários (1) |